terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Tempo livre na medida certa aumenta sua felicidade

O que é mais desejável: pouco ou muito tempo livre ao seu dispor?
Apesar dos muitos elogios ao ócio, para ser feliz, o que é necessário é alguma coisa entre esses dois extremos, garantem Chris Manolis e James Roberts, das universidades de Xavier e Baylor (EUA).
Pelo menos no caso de jovens materialistas, às voltas com problemas de compras compulsivas, a quantidade certa de tempo livre é a chave para que eles se sintam mais felizes.
Materialismo e tempo
O tempo está na essência da nossa sociedade.
A percepção da falta de tempo, ou a pressão do tempo, está associada com níveis mais baixos de felicidade.
Ao mesmo tempo, a nossa cultura de consumo, caracterizada pelo materialismo e pelo comprar compulsivo, também tem um efeito sobre a felicidade das pessoas: o desejo de posses materialistas leva a uma menor satisfação geral com a vida, porque esses desejos são sempre substituídos por próximos, em uma espiral inatingível.
Dada a importância do tempo na vida contemporânea, Manolis e Roberts estudaram pela primeira vez o efeito do que eles chamam de "afluência do tempo percebido" - a quantidade de tempo livre que uma pessoa percebe que tem - sobre as consequências dos valores materialistas e do comprar compulsivo para o bem-estar de adolescentes.
Materialismo e compras compulsivas
Um total de 1.329 adolescentes de uma escola secundária pública em uma área metropolitana participaram do estudo.
Os pesquisadores mediram quanto tempo livre os jovens pensavam que tinham, o quanto mantinham valores materialistas e apresentavam tendências compulsivas de compra, e seu bem-estar subjetivo.
Os dados confirmam que tanto o materialismo quanto a compulsão pelas compras têm um impacto negativo sobre a felicidade dos adolescentes.
Quanto mais materialistas eles são, e quanto mais se envolvem em compras compulsivas, mais baixos são seus níveis de felicidade.
Além disso, a afluência de tempo modera as consequências negativas tanto do materialismo quanto do comprar compulsivo.
Tempo livre ideal
A afluência moderada de tempo - isto é, não ser nem muito ocupado, nem ter tempo livre demais - está ligada a níveis mais elevados de felicidade em adolescentes materialistas e naqueles que são compradores compulsivos.
Aqueles que sofrem de pressões de tempo e pensam materialisticamente, e/ou compram compulsivamente, sentem-se menos felizes em comparação com o seu grupo.
Da mesma forma, ter muito tempo livre agrava os efeitos negativos dos valores materialistas e da compra compulsiva sobre a felicidade dos adolescentes.
"Viver com uma quantidade sensata e equilibrada de tempo livre promove o bem-estar não só diretamente, mas também por ajudar a atenuar alguns dos efeitos colaterais negativos associados com a vida em nossa sociedade orientada para o consumo," concluem os autores.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Arrependimentos honestos - Pacientes terminais contam os maiores arrependimentos de suas vidas

Com informaçõse da BBC

"Não ter tido coragem para fazer o que eu realmente queria, e não o que outros esperavam que eu fizesse."
Este é o maior arrependimento de um grupo de pessoas prestes a morrer.
Os depoimentos, marcados pela sinceridade, foram colhidos por uma enfermeira australiana responsável por cuidados paliativos - os cuidados dedicados aos pacientes terminais, para os quais a medicina não possui mais recursos.
Bronnie Ware afirma que reuniu em um livro "confissões honestas e francas de pessoas em seus leitos de morte", confissões que, segundo ela, ajudaram a mudar sua vida.
Viver a vida como eu mesmo
Segundo Ware, a lista de arrependimentos construída a partir dos depoimentos dos seus pacientes é longa.
"Mas, no livro, me concentrei nos cinco mais comuns", disse a autora em uma entrevista à BBC.
E o principal arrependimento relatado é não ter feito aquilo que se queria, mas o que os outros queriam, dando razão a Anselm Grün, que fala sobre pessoas que não vivem, mas que são vividas pela vida.
"Outro arrependimento comum é de não ter trabalhado um pouco menos, pois isso, segundo estas pessoas, fez com que perdessem o equilíbrio e, como resultado, perderam muitas coisas em suas vidas", disse Ware.
Arrependimentos mais comuns
Os pacientes de quem Ware cuidava eram pessoas sem chances de recuperação.
Isto permitiu que ela compartilhasse com estes pacientes "momentos incrivelmente especiais. Porque passei com eles as últimas três a doze semanas de suas vidas".
"As pessoas amadurecem muito quando precisam enfrentar a própria mortalidade. Cada pessoa experimenta uma série de emoções, como é esperado, que inclui negação, medo, arrependimento, mais negação e, em algum momento, aceitação," conta a autora.
Aqui estão os cinco grandes arrependimentos relatados por essas pessoas.
Queria ter tido a coragem de fazer o que realmente queria, e não o que esperavam que eu fizesse
Queria não ter trabalhado tanto
Queria ter tido coragem de falar o que realmente sentia
Queria ter retomado o contato com os amigos
Queria ter sido mais feliz
Ainda dá tempo
A enfermeira chama a atenção para o fato de que as pessoas se arrependem do que não fizeram, elas não parecem se arrepender de algo que tinham feito.
A autora afirma que espera que seu livro "ajude as pessoas a agir hoje e não deixar as coisas para amanhã, para se arrepender depois".
E você, do que não quer se arrepender?

domingo, 11 de dezembro de 2011

Mundo acadêmico vs. mundo corporativo

É triste perceber que o hiato que desafortunadamente ainda separa a empresa da academia é também válido (e talvez até mais intenso) na ótica inversa.
Diante de um modo produtivo calcado no setor empresarial, com participação restrita da esfera estatal, parece acertado que a academia tenha como uma de suas principais tarefas formar cabeças para compor as cadeiras do setor produtivo privado que, em contrapartida, salvaguarda a produção dos bens necessários (dentro muitos outros nem tanto) para fazer a “máquina girar”. É um ciclo que se pode afirmar ser hoje realidade, sem maior juízo de valor.

Fato que é que o setor acadêmico tampouco pode se restringir a fornecedor de “insumos humanos” e ferramentais para a perspectiva corporativa, devendo manter seu compromisso também com o conhecimento que transcende este fim, bem como com o que tenha restado da ciência desprovida do intuito mercantilista.

O que desponta, assim, é que muito além de dois polos diametralmente opostos em que qualquer intersecção reflita uma prostituída área, academia e empresas são passíveis de ter uma profícua troca, sendo componentes de uma mesma esfera passíveis de grande complementaridade de funções, dada sua natureza distinta.

A ilegalidade aqui e acolá

Apenas divulgando e-mail "interessante" que recebi... obviamente as dimensões do que ocorre nos bastidores de Brasília, com dinheiro público são incomparáveis, mas...

Tá Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arrruda? do Sarney? do Collor? do Renan? do Palocci? do Delubio? Da Roseanne Sarney? Dos politicos distritais de Brasilia? do Jucá? do Kassab? dos mais 300 picaretas do Congresso?
Brasileiro reclama de quê?

O Brasileiro é assim:

A- Coloca nome em trabalho que não fez.

B- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença.

C- Paga para alguém fazer seus trabalhos.

1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.

2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.

3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.

4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.

5. - Fala no celular enquanto dirige.

6. - Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o celular dos amigos (me dá um toque que eu retorno...) - assim o amigo não gasta nada.

7. - Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.

8. - Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas.

9. - Viola a lei do silêncio.

10. - Dirige após consumir bebida alcoólica.

11. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.

12. - Espalha churrasqueira, mesas, nas calçadas.

13. - Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho.

14. - Faz "gato " de luz, de água e de tv a cabo.

15. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.

16. - Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto.

17. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.

18. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10, pede nota fiscal de 20.

19. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.

20. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.

21.. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se
fosse pouco rodado.

22. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.

23. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.

24. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.

25. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.

26. - Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.

27. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos, como clipes, envelopes, canetas, lápis... como se isso não fosse roubo.

28. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.

29. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
Carteira de estudante para pagar meia entrada.

30. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.

31. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.

E quer que os políticos sejam honestos....

Escandaliza-se com o mensalão, o dinheiro na cueca, a farra das passagens aéreas...

Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não?

Brasileiro reclama de quê, afinal?

E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!

Vamos dar o bom exemplo!
Espalhe essa idéia!

"Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos...."

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ciência da Felicidade de Harvard

GILBERTO DIMENSTEIN - Laboratório de felicidade

Cientistas da felicidade estão dando caráter científico a práticas como a meditação
_____

POVOADA DE BRASILEIROS, especialmente mineiros, uma pequena cidade americana, chamada Somerville, na região metropolitana de Boston, está se transformando num laboratório de felicidade.
Pela primeira vez, a prefeitura de uma cidade dos Estados Unidos resolveu fazer um censo buscando saber a taxa de felicidade de seus habitantes e, a partir daí, traçar políticas públicas. "Estamos querendo medir com mais precisão o grau de satisfação da população", diz Daniel Gilbert, professor de psicologia em Harvard.
Essa experiência, que vem sendo realizada numa cidade de 72 mil habitantes -onde, aliás, se pode comer um divino pão de queijo e um pão francês com manteiga na chapa típico das nossas "padocas"-, faz parte de um experimento da ciência da felicidade.

Bobagem no estilo autoajuda? Ilusão?
O que Harvard está tentando fazer em suas faculdades de medicina e saúde pública é tirar a felicidade do besteirol da autoajuda, colocando-a nas mãos de cientistas, com suas máquinas cada vez mais sofisticadas de investigar o cérebro e os conhecimentos sobre genética.
É uma investigação que atinge o mais profundo dos sonhos e dos pesadelos dos seres humanos. Estudo publicado na semana passada sobre os anos de vida perdidos por causa de doenças mostrou que cerca de 30% dos brasileiros já apresentaram sintomas de depressão.

A tristeza ou a felicidade, além de problemas genéticos, são contagiosas?
Pesquisa da faculdade de saúde pública de Harvard revela que sim: tanto a tristeza como a felicidade "pegam". Usando recursos da epidemiologia, os pesquisadores mediram como pessoas que demonstram alegria propagam uma atitude mais positiva entre familiares e amigos, gerando um contágio. Viram também que a tristeza passa por fenômeno semelhante, mas (felizmente) sem a mesma intensidade da felicidade. A informação é baseada no acompanhamento de 5.000 pessoas durante 20 anos.
Os cientistas da felicidade, usando equipamentos de ressonância magnética e grupos de controle, estão dando caráter científico a práticas milenares, como a meditação. Esse conhecimento já vem sendo experimentado nos hospitais para ajudar na recuperação de pacientes.
Também nos hospitais são feitos testes que revelam como pessoas alto-astrais têm menos propensão a problemas do coração, hipertensão, diabetes ou infecções respiratórias. Vemos, assim, como determinadas sensações provocam reações bioquímicas no corpo.

A ciência da felicidade consegue, às vezes, fundamentar o senso comum. O antigo ditado "Dinheiro não traz felicidade" parece comprovar-se. "Vemos que jogar muita atenção na aparência ou nas coisas materiais, como um carro novo, traz muito menos satisfação do que fazer trabalho voluntário, quando nos sentimos relevantes e parte de algo maior", afirma Nancy Etcoff, responsável pelo curso de ciência da felicidade de Harvard.
O trabalho voluntário, segundo ela, aciona um sistema de recompensa no cérebro. Ela percebe, em suas pesquisas, que mulheres muito ligadas à aparência física tendem a ser menos felizes. "Muitas vezes, as pessoas procuram a satisfação no lugar errado. Percebemos isso pelo sistema de recompensa cerebral", diz ela.

Esse tipo de conhecimento pode mudar decisões individuais, dando força a quem defende uma vida mais simples e menos consumista, mas também tende a mudar comportamentos coletivos.
Vários países, entre os quais a Inglaterra e a França, já discutem a ideia de que medições como o PIB são ineficientes para aferir o grau de desenvolvimento de uma nação e de que a felicidade deveria entrar na contabilidade (felicidade interna bruta). Esse debate entrou no Brasil com um movimento pela inclusão do direito à felicidade na Constituição.

Isso significa encontrar um jeito diferente -e mais exigente- de cobrar as promessas dos políticos.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

MOVIMENTO EU ODEIO O BRADESCO

Iniciando meu “movimento EU ODEIO O BRADESCO” gostaria de manifestar meu repúdio aos SUCESSIVOS incorridos pelo banco e pelo PÉSSIMO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE mantido pelo mesmo no pouco tempo em que sou correntista.


Movimento EU ODEIO O BRADESCO, Caso 1: Primeiramente recebi um cartão de crédito do banco, o qual nunca fora solicitado. Como não havia intenção de ter um cartão extra, apenas o inutilizei sem nem ao menos tê-lo desbloqueado. Eis que, alguns meses depois e para minha surpresa recebi em minha casa uma fatura cobrando a anuidade pelo cartão. Isso mesmo: RECEBI UM CARTÃO QUE NUNCA SOLICITEI E AINDA FUI COBRADO PELO MESMO SEM NEM AO MENOS TÊ-LO UTILIZADO.

Movimento EU ODEIO O BRADESCO, Caso 2: Recentemente, ao abrir uma nova conta no banco, fui surpreendido em minha casa ao receber não apenas o meu cartão de correntista mas também o de outra pessoa. O pior, o endereço do cartão da outra pessoa está mesmo direcionado a minha conta, ou seja, tratava-se não de um erro da entrega, mas de um erro na base cadastral do banco!!!

Movimento EU ODEIO O BRADESCO, Caso 3: Para receber o cartão de crédito corporativo do banco foi uma verdadeira batalha!!! Diante do fato de não ter costumeiramente alguém em casa para receber o cartão e diante da nada inteligente política de NÃO ENVIAREM O CARTÃO PARA MEU LOCAL DE TRABALHO, demorei mais de 1 mês finalmente e depois de um desnecessário esforço, conseguir receber meu cartão. Isto porque o BANCO BRADESCO não tem nenhum serviço de AGENDAMENTO DE ENTREGA e ainda simplesmente TRITURA O CARTÃO depois da 3ª tentativa de entrega frustrada SEM AO MENOS AVISAR O DESTINATÁRIO (que continua esperando esperançoso pela entrega do produto bancário sem saber que teria que reivindicar uma nova impressão e entrega do cartão para, com sorte, conseguir finalmente recebê-lo). Isso tudo sem falar nas múltiplas informações desencontradas sendo que no SAC informavam que o cartão havia sido entregue de volta na agência enquanto nesta, diziam que eu teria que minha empresa que deveria entrar em contato... Tudo isso para, por fim, descobrir que meu cartão sequer seria entregue na ocasião por já ter sido destruído pelo banco.

Movimento EU ODEIO O BRADESCO, Caso 4: Desta vez vou segurar a angústia e resumir bem a infortúnio gerado pelo mal atendimento e DESRESPEITO AO CONSUMIDOR PELO BANCO – recebi mais 3 cartões de crédito em minha casa sem tê-los solicitado (supostamente foi uma gentil oferta da minha agência). Antes de começar a novamente receber cobranças por produtos não solicitados, já efetuei o cancelamento de todos os cartões após algumas boas horas PERDIDAS NO ATENDIMENTO AO CLIENTE POR TELEFONE. Sim, RECEBI UM PRODUTO QUE NÃO SOLICITEI E FUI OBRIGADO A ABDICAR DE HORAS DE MEU DESCANSO PARA EFETUAR O CANCELAMENTO DO MESMO POIS, DO CONTRÁRIO, SERIA POSSIVELMENTE COBRADO POR ISSO.

Movimento EU ODEIO O BRADESCO, Caso 5: Por fim e para encerrar o desabafo (sem ainda que o banco tenha solucionado meus problemas), fui surpreendido nesta semana ao saber que uma conta que eu supostamente encerrei há quase 2 anos ainda está aberta e, adivinhem, com um saldo negativo acumulado (mesmo eu tendo deixado-a zerada) devido às tarifas que foram cobradas durante este tempo (quando eu nem sabia que ainda era correntista do BRADESCO e não fiz NENHUMA movimentação). Ainda aguardo a GENTILEZA da solução deste problema, mas possivelmente para tanto precisarei perder parte de minha tarde de trabalho saindo de onde estou e indo até minha antiga agência para lidar com isto pessoalmente (em plena era da comunicação/TI, preciso ir conversar com a gerente pois outra agência não pode fazer isto por mim).


Apenas para concluir: já sou correntista do BANCO DO BRASIL há mais de 10 anos e do ITAU há mais de 5, sem nunca ter tido nenhum problema ou cobrança indevida nestas instituições. Mais que isto, sempre fui atendido de forma cordial e tendo meus interesses respeitados. Talvez o BRADESCO devesse fazer um BENCHMARKING e repensar alguns de seus processos, políticas e postura.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.


2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes..

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .rs)

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado.. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.


10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis. Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.

Duvido que você não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima!!!