É estranho como tudo na vida é uma questão de perspectiva, de quem faz, quem proclama algo. Um exemplo é que, quando se é rico, nunca se é taxado como louco, mas sim, excêntrico!
Este relativismo é também presente no tempo: é louco hoje quem amanhã será visto como “homem de visão”... grandes homens da história foram tidos como loucos e hoje são idolatrados.
Como uma vez eu mesmo escrevi (de um modo bem confuso devido à um modo “barroco” e estranho de escrever q me acometeu há algum tempo):
"Grandes triunfos se fizeram da persistência dos chamados loucos, os quais não permitiram que seus até então incompreendidos ideais fossem subjugados pela voraz, porém insuficiente resistência daqueles que se mostravam alheios à uma ordem sem alterações, sem mudanças, sem novas sensações, sem, enfim, contar com o sabor de experimentos aventureiros que poderiam fazer da dúvida e incerteza aquilo que apenas empírica e individualmente se pode compreender por vida, em seu sentido mais completo e profundo".
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